MIS reúne mostras sobre Marilyn Monroe, Janis Joplin, Ayrton Senna e Pelé
Em cartaz em São Paulo, o museu combina a nova homenagem à diva do cinema com acervos históricos da música e do esporte nacional.
Foto: © Lucas Mello / MIS / Divulgação
Texto: Adriano Coelho
Recentemente fomos agraciados com a exposição da cantora Janis Joplin, onde é possível conhecer um pouco mais da diva hippie, suas canções, roupas, relíquias, cartazes, entre outras coisas que fizeram parte da sua trajetória. No mesmo espaço, de forma gratuita, podemos admirar um pouco da rica história dos dois maiores ídolos do esporte brasileiro: Pelé, onde o pequeno arquivo mostra fotos das Copas de 1958 e 1970, além do acervo do mundial de 1974 (onde Pelé não jogou) e entrevistas de jogadores como Leivinha, Djalma Santos e Jairzinho expostas em áudios — no registro possui também foto até de Leônidas da Silva na década de 1940; do lado, podemos viajar em momentos inusitados de Ayrton Senna, onde ele aparece junto com outros ícones do automobilismo como Nigel Mansell e Schumacher, além de seu fiel capacete.

Agora, de forma especial, o local possui uma pequena mostra da grande diva do cinema, fotos nas quais ela esbanja sua enorme sensualidade, junto de pertences e revistas de destaque. Além disso, por uma quantia simbólica de R$ 6,00, você pode assistir a um dos seus filmes, lembrando que o local tem a exibição em vídeo da última entrevista de Marilyn Monroe, ela que deixou o mundo em 1962 com apenas 36 anos, numa overdose de calmantes — algo nunca explicado de forma concreta, mas seu legado foi eterno, sua imagem permanece e sua beleza ainda causa impacto. Vale a pena conferir.

Em um pequeno resumo de sua vida, seus filmes mais marcantes são: Os Homens Preferem as Loiras e Como Agarrar um Milionário, ambos de 1953, O Pecado Mora ao Lado de 1955 e Quanto Mais Quente Melhor de 1959. Uma das cenas marcantes de sua vida é a atriz cantando “parabéns para você” para o presidente Kennedy, com o qual, segundo informações, eles tinham um caso, o que gerou conspirações de que ela passou informações a pessoas que não devia — algo nunca provado. Segundo boatos da época, ela tinha um diário que nunca foi achado. Mas isso é algo passado, o que vale é a imagem que ela deixou.

Para mais informações acesse o site do MIS-SP
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